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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ajudar aqueles que mais precisam de forma séria deve ser prioridade e não ajudar a classe dos acomodados (rendimento mínimo)

Em Portugal os níveis de pobreza continuam elevados, daí que a ajuda aqueles que mais precisam tenha de ser feita de uma forma séria, entre outras, e essa atitude série passa por controlar e fiscalizar a atribuição do rendimento mínimo, pois neste âmbito o Dr. Paulo Portas tem exaustivamente colocado esta questão no centro do debate, e na minha opinião, justamente, pois existem provas e testemunhos que concluem que hà pessoas que vivem do "rendimento mínimo" e que realmente não trabalham, daí a atribuição do "rendimento mínimo" dever respeitar os critérios de atribuição e não ser um desrespeito a todos os cidadãos, pois este foi criado de forma a assegurar aos cidadãos e seus agregados familiares recursos que contribuam para a satisfação das suas necessidades mínimas e para o favorecimento de uma progressiva inserção social e profissional. Mais uma vez, paga sempre aquele que mais precisa, e estes que mais precisam vêem muitas vezes o rendimento mínimo recusado, passam fome e vivem da ajuda dos familiares e vizinhos e pessoas jovens que bem podem trabalhar vivem acomodadas e com o "salário" de todos os portugueses. Antes que seja tarde demais, é necessário fiscalizar e controlar com rigor e de forma série esta "classe dos acomodados".