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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Luís Inácio Lula da Silva, os valores da pessoa humana e, num patamar secundário, o político

Na vida, há pessoas que admiro pessoalmente, não pelo lugar que ocupam profissionalmente, não pelo estatuto social, não pelo político, pelo engenheiro, pelo doutor, não pelo empresário, não pela família, mas sim pela pessoa humana, porque essa é a nossa luta, a construção da nossa pessoa humana. E uma das coisas que gosto de captar numa pessoa são os seus valores, e aí o que importa é mesmo o lado humano da pessoa, daí ter orgulho em admirar desde colegas e amigos que aqui tão perto escrevem e admiro no blog ao lado, como a pessoa com quem ainda hà tão pouco tempo fiz amizade em África. Luiz Inácio Lula da Silva é presidente da República Federativa do Brasil e uma das pessoas que passei admirar no panôrama político, porque acho que hoje o Brasil deve mais ao seu Presidente que o Presidente deve ao país, o que explica o reconhecimento de um trabalho de anos e do grande lado humano do seu Presidente, que foi determinante para encarar os problemas reais do país e, por exemplo, para tirar uma multidão que vivia abaixo da linha de pobreza (40 milhões aprox.). Não foram os discursos emocionantes, os artigos escritos e distribuídos pelo mundo que me fizeram gostar e admirar a pessoa do Sr. Lula da Silva, mas são atitudes e decisões de grande importância que fazem a diferença, e mais uma vez, gostei de ver o apoio imediato, quase na hora, remetendo todos os restantes interesses que estavam num patamar principal para um plano secundário, que Brasil prestou às vítimas do terramoto no Haiti, mobilizando todos os meios possíveis e dos quais tem poder para auxiliar as vítimas.
A minha opinião e a argumentação também tem números e esses são de conhecimento geral e do qual não restam dúvidas, sendo exemplo disso a previsão para 2010 de crescimento de até 6%, acima da média mundial. Os números também remotam a períodos anteriores e ao passado, sendo que em 6 anos fez com que o salário mínimo aumentasse sempre acima de inflação, democratizou o crédito, criou mais de 10 milhões de empregos, impulsionou a reforma agrária, a expansão do mercado interno não se fez em detrimento das exportações, pois elas triplicaram em seis anos, foram capazes de atrair muitos investimentos estrangeiros sem sacrificar sua soberania e tudo isso lhes permitiu acumular 207 bilhões em reservas e, assim, protegerem-se contra os efeitos mais destrutivos de uma crise financeira que, nascida no centro do capitalismo, hoje ameaça o conjunto da economia mundial.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Hoje seria dia histórico se os números desemprego tivessem descida acentuada,mas agitação na sociedade porquê?Quem votou Ps disse sim ou foi engano?

Na nossa sociedade, é grave verificar que alguns, meros casos excepcionais, têm memória curta, e espanta-me agora assistir à revolta de uniões de pessoas, quando muitas dessas pessoas votaram com convicção no Ps. Para mim hoje foi um dia normal, em que tudo correu normalmente, com excepção de uma pequena situação que me deixou profundamente preocupado, mais uma vez, em observar e constatar que o nosso país continua a tratar de questões secundárias, numa altura em que hà famílias que já não têm dinheiro para colocar bens essencias em suas casas e em que, para muitas começa acabar o subsídio de fundo de desemprego a que tinham direito, e onde estão as soluções ? No porto, a situação social está um um caos. Janeiro foi um mês negro para o distrito do Porto. Contam-se 4955 pessoas de 18 concelhos que ficaram sem emprego, o que corresponde, em média, a 159 desempregados por dia. As mulheres são as mais penalizadas. Eu peço desculpa, mas ou as pessoas estão mal informadas e votam sem conhecimento das políticas e linhas de orientação dos partidos ou mudam de partido à medida que vai mudando a maré , será ? Espero sinceramente que não. Neste domínio, eu já tive um debate onde participei activamente na faculdade, onde escrevi sobre o assunto, isto já hà algum tempo, pois este tema já vem sendo umas das bandeiras do Ps e do Sr.Engº. José Socrates e o que eu não percebo é como é que um aglomerado elevado de pessoas que votaram Ps conscientemente vêm agora dizer mal e até, algumas aceitam o referendo. As pessoas que votaram Ps não têm legitimidade para criticar esta medida, porque é um absurdo e não dignifica o debate público e político observar que existem pessoas que hoje estão ao lado do Ps e amanhã lhe viram as costas e juntam-se à vontade geral e popular, sendo que neste caso essa é a vontade da oposição nesta medida específica, mas que nem sempre acontece como é de constatação geral. Supreendeu-me alguns políticos pedirem um referendo, pois isso não seria ajudar o Governo a centralizar a questão e a desviar de forma definitiva o país dos seus problemas ? Não concordo com o referendo porque eu sei em quem votei e quando se apela a votar em consciência deve-se fazer um "minímo" de esforço para saber em quem se vai votar, pois é como num teste, se não estudarmos, responde-se à sorte e isso não resulta. E talvez um dia aprofunde isto de um "referendo", pois é uma questão interessante e mais um golpe político de partidos, que ajuda tudo, menos a sociedade em geral. Hoje foi um dia normal, não um dia histórico.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A importância da relação fiduciária num contrato de trabalho

Lembrei-me de escrever sobre este tópico, pelo facto de cada vez mais ficar supreendido com comportamentos, atitudes, linguagem perante terceiros que trabalhadores utilizam, por desconhecimento, em parte no caso, da importância da relação fiduciária, da relação de confiança essencial na manutenção de um contrato de trabalho. O contrato de trabalho é um contrato de direito privado, sendo "Contrato de trabalho aquele pelo qual uma pessoa singular se obriga, mediante retribuição, a prestar a sua actividade a outra ou outras pessoas, no âmbito de organização e sob a autoridade destas.", como nos refere expressamente o artigo 11º do Código de Trabalho. Mas não desviando a questão, e tendo a noção de contrato de trabalho presente, eu penso que ainda existem trabalhadores com um grau de desconhecimento elevado acerca da importância da relação de confiança estabelecida entre trabalhador e empregador e no importante relacionamento com os colegas de trabalho, pois a "paz" na empresa, tão debatida e insistada na doutrina, é sem dúvida um factor preponderante numa relação laboral. Ao contrário dos outros contratos, por exemplo, se uma pessoa furta um objecto da empresa, em direito de trabalho, mais importante que o furto do objecto, é a perda da relação fiduciária, porque ninguém rouba por engano e pergunta-se se existem razões de subsistência da relação laboral ? Na maioria dos casos, salvo raras excepções, o furto leva imediatamente ao despedimento do trabalhador, com respectiva comunicação de sua intenção e nota de culpa.
Neste domínio, também outra questão importante é a relação estabelecida com os colegas de trabalho, e a preocupação de qualquer empregador na garantia de um bom funcionamento de uma organização e na "paz" da empresa. Aqui, são diversos os comentários que já toda a pessoa ouviu em relação a colegas de trabalho do género: " Aquela sabe bem levar a vida, dá-se com todos mas é uma falsa, só faz isso para convencer e ficar do lado do patrão" . E eu pergunto não será inteligência social, sobreposição da vontade profissional à pessoal no local de trabalho, luta pelo bom funcionamento da empresa ? Hà uma coisa em que todos estamos de acordo certamente, que numa empresa, seja micro, pequena, média ou grande, temos de esforçar para nos dar bem com toda a gente pois o trabalho é em conjunto e não individual, e enquanto isso não acontecer não avançamos. E os comentários surgem, não pelo facto de o empregador até não conhecer a pessoa e saber que ela tem essas atitudes, mas pelo facto de para qualquer empregador os interesses da empresa estão acima dos interesses pessoais, pois numa média ou grande empresa qual é o trabalhador que se preocupa com isso? Poucos, pois a produtividade e o bom funcionamento da organização são pontos fundamentais. Engraçado que ainda há pouco tempo, estava com um estimado amigo, e num anúncio que ele me mostrou de emprego que lhe ofereciam, a empresa num dos requesitos enunciava " gerir conflitos em situação de stress", e eu referia-lhe a importância desse ponto, como aqui muito, "mas" muito sucintamente referi. E o facto de aparecer esse requesito, é prova de que nem todos os trabalhadores têm conhecimento da importância desse requesito, o que é negativo, pois esse é um requesito que não devia aparecer, já devia estar integrado "minimamente" na educação das pessoas.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Aviso Prévio na Mensagem de Belém

Um discurso pessimista, mas palavras adequadas, sérias e exigentes foram enviadas pelo P.R. Depois de todos os acontecimentos que têm assolado o país e de vários discursos de "cooperação", o P.R não podia deixar de censurar o trabalho do Governo e da A.R, que têm deixado os portugueses preocupados com a situação do país, e um dos pontos fortes do discurso e dirigido ao Governo foi " é tempo de nos concentrarmos naquilo que é essencial", e sem dúvida que o país tem de traçar prioridades e deixar determinados assuntos para um patamar secundário, caso contrário, a situação do país poderá agravar-se e devemos todos lutar para que a situação do país encontre estabilidade no mais curto espaço de tempo, para bem de todos nós portugueses. Não vale a pena entrar em ilusões e temos de ser sérios em análise, porque neste momento não interessa outro governo, pois quem é que acredita e deposita credibilidade no PSD para formar governo ? Neste âmbito, podemos ir directamente ao seu fundador, Francisco Pinto Balsemão, que já ameaçou acabar com o partido, ou pode-se ir ao encontro de alguns anteriores presidentes o partido que afirmam "ter medo de ver o PSD no governo", sendo assim não será difícil perceber o pensamento das pessoas em relação ao maior partido da oposição, que se pode culpar a si mesmo pelas fracas escolhas a nível humano para liderar o partido e pela fraca prestação política que tem vindo a demonstrar ao longo dos últimos tempos.

Optimismo e Esperança


terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Está aí a partida;)

Adeus 2009!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

+ Probidade e Urbanidade

Não podemos pedir um mundo perfeito, porque seria pedir uma impossibilidade, mas uma das coisas que gostava de ver acontecer em 2010 era que as pessoas fossem tratadas com maior probidade, delicadeza, urbanidade, cortesia, porque isso significava evolução e deve ser esse o caminho. Na minha opinião, acho que a perda de costumes, tradições que mantinham os valores e a cortesia, de determinadas zonas do país, não é um bom sinal, porque em muitas dessas zonas algumas dessas tradições e costumes serviam para convívio e terapia de grupo da comunidade, serviam para elevar valores, ou manter. É evidente que para termos uma sociedade diferente teríamos que mudar as pessoas, a maneira de pensar e sentir, para alterar a sua conduta, já que são essas maneiras de ser que determinam o comportamento do ser humano. O primeiro passo para interferirmos na sociedade e instaurar, em definitivo, a harmonia nas relações, é investirmos na comunicação, praticar com requinte e cortesia a arte do diálogo e recuperar a dignidade e o respeito da nossa espécie, que é a única, entre os animais, apta a compreender e ser compreendido.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Ano 2009 foi um ano de aprendizagem e atitude humana

Pensar em 2009, poderia ser pensar em muitas coisas, acontecimentos, relacionamentos, viagens, mas foi sobretudo foi um ano de várias surpresas, nacionais e internacionais, e inesperadas, pois basta olharmos para a nossa economia, dar um saltinho aos números dos desemprego, e já agora observar o défice e endividamento externo, mas o que quero dizer com isto ? Quero apenas dizer que foi um ano de aprendizagem, um ano em que todos aprendemos, um ano difícil para nós portugueses, um ano em que a união devia ser a regra, mas não foi desta que conseguiu vencer o individualismo, pois os dados continuam a dar-nos indícios negativos, que mostram que cada vez mais a sociedade é uma sociedade individualista, em que as pessoas em vez de se juntarem e fortalecerem os seus negócios, continuam a querer abrir negócios pequenos e por conta própria. Foi um ano de "grandes" lições.
Desviando-me agora um bocado da realidade nacional, e saltando para a realidade pessoal, aqui também foi um ano de aprendizagem, destaco sobretudo a viagem a África, sendo o momento que marcou o meu ano de 2009, devido ao empenhamento durante o ano e a todo o trabalho em torno do projecto. Chegar a África e viver aquela realidade, aquela gente, aquele mundo onde hà brilho e as coisas têm uma intensidade particular foi um momento diferente e muito especial. Aprender foi a palavra-chave desta viagem, pois para voltar é preciso fazer mais e melhor, e para isso só aprendendo e isso foi o procurei fazer no meu empenhamento no terreno, e acredito que quando voltar, para breve, a vivência seja mais intensa, a união seja mais forte, o apoio seja crescente, e que a mobilização seja geral, porque quem vai até África é difícil não querer voltar, e porque "voltar" é preciso, não se pode ficar indiferente, e acreditar.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Avenida Harare, capital do Zimbabwe


Um país que já fez parte de uma antiga colónia britânica rica em ouro e onde a descoberta do ouro em 1987 despertou a cobiça dos ingleses, embora reivindicada por Portugal mas que o célebre ultimato inglês fez recuar como todos nos lembramos, em que o facto de o governo monárquico português nao ter feito nada provocou em todo o reino uma onda de indignação popular. Hoje não respeita seu povo, deixando-o passar fome. Felizmente, não lembro destas pessoas apenas no Natal, mas não deixo de fazer referência à diferença e à desigualdade que ainda existe no mundo actual, onde uns excedem-se me presentes e outros procuram apenas algo que lhes tire a fome.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Discurso de Calma e Elegância que levou Barack Obama à presidência dos E.U.A

Falar com calma e elegância, não será uma boa solução para resolver os problemas ? A confirmação e a prova está em Barack Obama, que soube sempre aliar à sua calma, a elegância de quem é um exemplo para seus cidadãos norte-americanos e até para o mundo, mas porquê este tipo de espécie humana em Portugal está em vias de extinção ? Será que está mesmo ?
Com o tempo, todos aprendemos que não devemos acusar ninguém, mas apenas concentrar-nos na resolução dos problemas, pois quem acusa e condena são os tribunais, mas porquê que as pessoas insistem e os nossos responsáveis políticos em acusar este ou aquele, e transferir os problemas para um patamar seundário ? Hà uns tempos estava a ler Jon Favreau (os responsável pelos discursos de Barack Obama) e ao mesmo tempo estava impressionado com a capacidade de Jon Favreau ao transgredir barreiras desnecessárias para debate político e centrar discurso unicamenete nas pessoas, isto é, em vez de responder constantemente a ataques políticos dos seus adversários, atraiu seus adversários, não é uma excepcional forma elegante e credível de fazer política ? Sem dúvida, foi este o caminho da mudança!

North Beach - San Francisco


sábado, 19 de dezembro de 2009

Amigo Padre Álvaro de volta de Cabo Verde

Já passou algum tempo desde que cheguei de Cabo Verde e de ter estado com o meu amigo Padre Álvaro. É com satisfação que recebi a notícia da sua chegada, porque é uma pessoa porque quem tenho grande consideração. É engraçado que quando fui para Cabo Verde, nunca pensei que o encontraria em Espargos a conduzir uma missa local, e as minhas colegas que estavam comigo até "brincaram" com a situação naquele momento, por tal admiração. Por vezes, o mundo torna-se pequeno. O trabalho diário, infelizmente, não reservava muito tempo para o descanso, mas como as reuniões com os Narcóticos Anónimos eram no àtrio da igreja (uma vez mês) e ainda tivemos uma campanha de sensibilização local (Pedra do Lume), ainda estive com o Padre 2 ou 3 vezes.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Hoje, uma opinião pública mais exigente e informada evita, cada vez mais, utilização abusiva do poder local

Não tenhamos ilusões. Hoje, a opinião pública é uma opinião pública mais informada, mais atenta aos concursos, à execução dos contratos e ao seu grau de controlo. Assistimos, felizmente, a um crescente controlo da opinião pública, e, cada vez mais este poder detrói as raízes de incompetência, semiadas durante anos e anos, nas autarquias locais. Ao invés, para combater este controlo, os titulares dos orgãos Municipais (refiro-me especificamente ao cargo de Presidente de Câmara), inventam manobras, ocultam ilegalidades, manipulam pessoas, criam departamentos ocultos de investigação, utilizando "escravos municipais" como estafetas tendo como finalidade silenciar os dissidentes, nomeiam pessoas fictícias para cargos de relevo, alteram condições contratuais de concessão de serviços públicos por entidades privadas, agarram-se ao poder através da corrupção e do engano, mas esquecem-se que o tempo deles é curto, e que ninguém quererá lembrar esse tempo, pois como dizia Ronald Reagen: "esse é um cargo de custódia temporária, e que pertence exclusivamente ao povo, por isso não vale a pena agarrarem-se a ele, porque ele não é vosso".

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

No dia em que ouvi Dom Manuel Clemente e conheci seu trabalho, percebi logo o grande ser humano e a sua luta

Na Universidade Católica, onde também Dom Manuel Clemente se formou em Teologia, e ainda a minha segunda "casa", hà uns tempos tive que fazer um trabalho, e de acordo com os meus ideais, pensava em fazer algo diferente e de acordo com alguma experiência prática. Fiz trabalhos de pesquisa e fiquei admirado, ainda me lembro na altura, com os textos de Dom Manuel Clemente e não hesitei em vincular o meu trabalho à personalidade de Dom Manuel Clemente, e, era e é de grande louvor a maneira como realça os pobres das nações pobres, porque ainda hà gente que é indiferente ao sofrimento fora das nossas fronteiras, e, até ao sofrimento dentro do nosso país. Vou procurar o meu trabalho que realizei, ligado à pobreza mundial, e publicarei. Fiquei feliz pelo prémio atribuído ao nosso Bispo do Porto, e não faz o prazo de uma semana, que numa reunião em casa de uma Tia minha, eu realçava o papel de Dom Manuel Clemente.
Quem fez parte do júri que elegeu o Dom Manuel Clemente como prémio Pessoa 2009 mostrou carácter, credibilidade, honestidade, respeito, ética, profissionalismo, porque este prémio é daqueles que não merece contestação, arrisco afirmar, não existe esse direito de contestação.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

The Bilderberg Group

Ex. Ministra da Saúde Da Finlândia - GRIPE A tem como objectivo reduzir a população a nível mundial - Quem beneficia com o negócio das vacinas? Vejam!

Qual a credibilidade dos Deputados que temos na Assembleia da República ?

Qual a credibilidade dos deputados que temos na Assembleia da República ?
O último debate a que o país assistiu , num tom de ligeireza e com um pequeno ingrediente recheado de elogio sugere-me o seguinte comentário : "Incompetência", como resultado do péssimo serviço prestado ao país, pela forma como os Deputados desempenharam as suas funções, e com agravante, embora não lhes interesse muito , de representarem todos os portugueses. Ninguém entende o país, numa altura em que o desemprego continua aumentar e são cada vez mais os jovens a ir embora do país à procura de uma vida melhor, os Deputados e o Governo continuam a jogar ao "Verdade e Consequência", em que caso não seja verdade não descansam enquanto não encontrarem uma consequência para o seu adversário.
Sinceramente, eu não em considero um pessimista, mas em relação a esta questão e às pessoas que nos representam não são boas as notícias que nos chegam com o tempo, e seria uma falta de honestidade dizer que as coisas estão bem, quando na Assembleia onde deveriam ser discutidos os principais problemas do país, discute-se problemas pessoais. Começa-se a desconfiar e a questionar que Deputados temos nós na Assembleia da República para nos defender e defender o nosso país ?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Com Gonçalo Cadilhe aprendi mais um bocado sobre África

Quem conhece Gonçalo Cadilhe e sobretudo a sua escrita percebe a razão pela qual ele continua a viajar pelo mundo, e a partilhar essas experiências. Este último livro " 1 Km de cada vez" relata experiências fabulosas por destinos fantásticos como, por exemplo, as Galápagos, o Sudeste Asiático, a América Central, a África Austral, a Polinésia, as Caraíbas ou a Oceânia. Gonçalo afirma que é um "viajante preguiçoso", que hoje, adora voltar aos sítios onde já esteve com 20 anos e ficar parado no tempo, a conhecer suas culturas e o povo, observar com calma todos os sítios por onde passa, ao contrário de quando tinha 20 anos, que queria era conhecer o máximo de países possível, mas em uma semana ou duas semanas conhece-se muito pouco ou quase nada de um país. Em África, ele relata na perfeição a maneira como andar vestido para integrar-se na população, o modo como chegar às pessoas, toda uma cultura particular onde as pessoas são a "jóia da coroa". Neste caso, muitas vezes, pode parecer estranho o modo de vestir para chegar às pessoas, mas é uma cultura totalmente diferente, na minha experiência com as crianças de rua em África era um aspecto importante, pois a integração é mais rápida se nos tornamos mais flexíveis, tornamo-nos mais próximos da população.