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sexta-feira, 18 de junho de 2010
José Saramago, Legado e Respeito
sábado, 12 de junho de 2010
Princípio da "Não Ingerência nos Assuntos Internos de outros Estados"
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Portagens nas Scuts só para os "Estrangeiros" ? Em contrapartida, mereciam uns 10 freeports, mas com tios do Norte
terça-feira, 8 de junho de 2010
Ban Ki-moon: " 2011 será um ano alto risco para HAITI"

segunda-feira, 7 de junho de 2010
Direito subordinado ao Poder ? Que diabo!
domingo, 6 de junho de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Uma experiência socialista escrita em 1931 - "Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos".
Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores. Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado! Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos, pois eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas. Portanto, agindo contra os seus principios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. O resultado, a segunda média dos testes foi 10. Ninguém gostou.
Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5. As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros. Portanto, todos os alunos chumbaram... Para sua total surpresa.
O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado. "Quando a recompensa é grande", disse, o professor, o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."
O pensamento foi escrito em 1931. É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos. O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. "
quarta-feira, 2 de junho de 2010
As pessoas não são “cegas”, escolas inglesas e alemãs oferecem um melhor ensino
sexta-feira, 28 de maio de 2010
TVG e Aumento Impostos
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Aumenta a pobreza entre crianças e velhos
Para as famílias, a situação actual também é difícil. O número de crianças que frequentam o ensino pré-escolar e o primeiro ciclo que recebem o apoio social mais alto será prova disso (cerca de 60% dos meninos nos primeiros anos da escola está nos escalões A e B, havendo 30% de crianças em cada um deles). O Diagnóstico Social revela especial inquietação com os duzentos adolescentes e crianças sinalizados como estando fora de qualquer percurso educativo na cidade, sendo "uma ferida social que urge combater". Os dados do Rendimento Social de Inserção (RSI) indicam também que há muitas famílias com crianças a viver em pobreza no Porto, já que um terço dos beneficiários tem menos de 18 anos. Segundo os dados daquele relatório, cerca de 6% da população da cidade recebe RSI (ler texto ao lado). O elevado número de famílias monoparentais, com uma mãe sozinha na maior parte delas, é um factor de risco de pobreza - são dados de 2001, mas estima-se que 25% das famílias do Porto tenham um só progenitor presente. A sensível situação dos bairros sociais adivinha-se pelos dados de emprego: apenas 27% dos seus moradores trabalham, estando 25 % reformados. Entre essa população, há ainda 21% de desempregados e 22% de pessoas não activas".
“ Sou dos que pensa que um ser humano só não consegue fazer nada na vida “
Esta entrevista demonstra a capacidade de um homem que cedo partiu para o mundo, de Oleiros (distrito de Castelo Branco) e lutou pela vida, um exemplo que vale a pena recordar e com quem vale a pena aprender, mesmo que seja com este pequeno testemunho, visível nesta entrevista. Ao lembrar esta entrevista, lembrei-me de uma outra entrevista feita a Henrique Granadeiro, com valorização de aspectos em comum, de pessoas que têm uma visão da vida original e realista e que a olham como um puro negócio, porque a vida é mesmo um negócio e ponto final. Esta frase que coloquei no título, para mim, marca a entrevista. Ao ler esta frase, lembrei-me que é uma das chaves da vida. Podemos interpretá-la de várias formas, mas temos obrigatoriamente de aceitá-la, arranjemos uma solução. Quem é que sozinho consegue ir longe na vida? Precisamos todos uns dos outros, está provado e temos aceitar isso, quer gostemos ou não, aliás não temos escolha, a vida não nos oferece essa liberdade, porque diz que temos saber viver e conviver em grupo, em comunidade, com as pessoas, é essa a essência do ser humano. Claro que hà diferentes formas de nos relacionarmos em grupo, muitas com as quais nem concordamos, mas abandonar não é solução. Quem já não viu a pessoa que, de forma cínica (presume-se) cumprimenta a pessoa de quem não gosta quando está em grupo? Parece ridículo para muitas pessoas, mas a psicologia chama a isso inteligência social. Não sabemos se amanhã iremos precisar daquela pessoa, é uma frase feita mas actual. Em detrimento disto, hoje aconteceu-me um episódio que comprova isto. Estava no ginásio, e encontrei um estimado amigo, com quem já não estava há muito tempo. É sempre bom ver pessoas conhecidas ou amigos, que a gente conhece e é agradável perceber que a vida corre bem a nós, mas também nossos amigos. Coincidência ou não, a verdade é que eu estava a precisar de um favor da faculdade desse estimado camarada e amigo e consegui resolver o que queria com a ajuda dele.
Passo a citar a pequena parte da entrevista, em que Horácio Roque justifica a razão pela qual era útil ter dinheiro: “ Sinto hoje que os bens materiais são muito vulneráveis, mas quando tinha 24 anos considerava que era rico, que não precisava de trabalhar mais. Nesse ano perdi tudo, fiquei sem nada. O dinheiro serve para criar riqueza. O dinheiro é um instrumento. Pode contribuir para a nossa felicidade e proporciona-nos uma vida desafogada. Mas tem outra componente: serve para fazer coisas. Empresas, fazê-las crescer, reunir-me de pessoas para fazer coisas. É para isso que gosto de ter dinheiro.”
Digo-vos que fascina-me o mundo dos negócios e são pessoas como estas, exemplos da área de sucesso, que dão a conhecer este mundo na sua vertente pura e transparente.
O lugar de um “marginal” não é na sociedade civil
O Procurador Pinto Monteiro esta semana pronunciava-se sobre “crime continuado” e como ele, ninguém percebe a razão pela qual se uma pessoa comete vários crimes do mesmo tipo, esse só é considerado como “um” único crime, aplicando-se a pena de um só dos crimes?
Neste âmbito, abstenho-me de incluir as pequenas articulações, meras coincidências de processos mediáticos com reformas penais, como foi exemplo do processo Casa Pia.
Eu penso que devemos construir uma sociedade civil justa, mas para isso não devemos deixar de ser amorosos para com aqueles que infringem as normas da sociedade, devemos fortalecer os textos escritos, que consiste em aumentar e tornar justas as penas, porque caso contrário, maior parte não se importam de irem com “termo de identidade e residência” para casa, alguns até acham graça à medida.
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Chumbo Auditoria Global ao Rendimento Inserção Social
sábado, 15 de maio de 2010
Primeiro-Ministro e a mentira
Infelizmente, este mandato do governo tem sido desastroso, e tenho ficado surpreso pela forma inaceitável e reprovável com que o Primeiro Ministro tem reagido e falado aos portugueses. Lembram-se recentemente do exemplo da coca-cola (ser taxada a 5% juntamente com o pão e leite) ? Eu não queria acreditar, mas foi mais uma prova da forma como os portugueses têm sido tratados e da certeza de que o tempo não será mais um forte apoio deste primeiro ministro, mas cada vez mais um inimigo seu.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Papa Bento XVI, um Impressionante Testemunho de Fé, Obrigado Dom Manuel Clemente

sábado, 8 de maio de 2010
Carta elaborada por antigos alunos da E.S.H.M, instituição de ensino da qual não obtiveram resposta,de uma escola que não se revê em quem a governa
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A resposta aos inúmeros e interligados ataques á Religião Cristã está nas ruas do nosso país, onde são milhares os cristãos rumo a Fátima

sábado, 1 de maio de 2010
Teimosia no Investimento público poderá levar aterragem forçada de estrangeiro na Portela

quinta-feira, 29 de abril de 2010
Imprensa Internacional rendida ao Mestre Mourinho, "Impresa storica dell'Inter Altra finale dopo 38 anni A Malpensa 5mila tifosi"

segunda-feira, 26 de abril de 2010
Publicarei brevemente a carta
Aulas de 45 ou 90 minutos ? Cada "casa de ensino" deve escolher.

25 de Abril passado junto daqueles que dão razão à nossa luta

segunda-feira, 19 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
E.S.H.M (Escola Secundária Henrique Medina) não responde a carta fechada enviada pelos seus antigos alunos

quarta-feira, 14 de abril de 2010
Abraçar uma causa, abraçar a vida

Quando abraço uma causa estou abraçar a vida e isso faz-me crescer, faz-me valorizar e reflectir a cada dia a importância de estarmos ao serviço de causas, ao serviço da vida. Recordar, mais recentemente, África, é recordar e reviver uma causa e uma luta que me fez estar ao lado daqueles que mais precisam e mais necessitam, daqueles que lutam pela sobrevivência, daqueles para quem o mundo vai sorrindo aos bocados. Esta causa é longa e difícil de travar, não sei quanto tempo terei, não sei para onde irei, não sei quando irei, mas sei que não abdicarei de continuar a lutar e dar prioridade à igualdade, à dignidade da pessoa humana. O regresso está registado, mas o trabalho agora é em torno de um projecto sustentável, com participação activa da área empresarial e que preste um serviço eficiente a quem dele necessita, aos mais pobres.
domingo, 11 de abril de 2010
Augusto Santos Silva

sábado, 10 de abril de 2010
África do Sul

sexta-feira, 9 de abril de 2010
Bom debate

Tininha, as gargalhadas que registaram um tempo

quinta-feira, 8 de abril de 2010
João Felgueiras
É um dever partir da observação da realidade que me rodeia, jamais esquecendo pessoas como Filomena, mãe de Ruca, criar a realidade feita da imagem concebida de suas pessoas, presentes ou ausentes. Toda a pessoa deixa o seu legado, sua magia e seu ensinamento.
Um dia Sophia de Mello Breyner partilhou com a comunidade “ O mar recupera a infância e possibilita-lhe encontrar o sentido e a purificação do mundo, a água é alegoria da nossa existência, é princípio de todas as coisas, tudo vem da água e tudo a ela regressa”. É sentado junto ao mar que recordo as manhãs na piscina da Ana e as tardes na praia, as partidas de futebol e seus prémios, os jogos (“escondidas por todo Esposende”), corridas de bicicleta, os filmes de que tanto a estação Sic Radical ( frisar a prestação de Francisco Velasco como assaltante e Bruno como vendendor ambulante) ambicionava possuir mas sobre os quais nunca houve acordo entre partes, as noites do bigosses, recordar é viver. A eterna D. Fernanda, que nunca nos deixou e à qual todos assistem no dever de agradecimento e solidariedade, um dia lembrar uma homenagem era sinónimo de louvor e merecido, um simples gesto faz a diferença.
É neste “colégio” de amizade, de quem tem orgulho em revivê-lo, que levanto o dedo e peço a palavra para desejar ao amigo João felicidades nesta nova etapa que tanto significado traz para pessoas que a recebem e a aceitam viver, juntamente com todos seus deveres: respeito, assistência, cooperação, coabitação e fidelidade.
Ana peço desculpa pela omissão no que se refere à tua pessoa, as mulheres são para respeitar e privilegiar e, neste caso específico, para congratular.
Outro amanhã será diferente, mas jamais igual amigo João.
“ São 9:00 da manhã, hoje vamos para a piscina da Ana ou para a Praia? Alguém já mandou mensagem ao Heitor?”
“ O Chico ainda não sabe nadar? “
“ O João Felgueiras vem connosco para a piscina a partir de agora? Quem é que se sentiu mal no carro da D.Fernanda? “
“ O Ruca está? Não, ele não está dizia a empregada de seu nome Fina
“ Oh irmão não chores irmão”
“ João olha o Mickael vem aí com a bandeja e trás mais um shot “
“ Sr. Pinheiro vamos comprar uns chinelos de dedo quentinhos da moda para oferecer ao João”
“ João já vais embora do bigosses, elas ainda agora estão a chegar”



